1 de fevereiro de 2021

No BBB21, Karol Conka defeca pela boca e demonstra EXTREMA IGNORÂNCIA ao falar de Michael Jackson


Longos 11 anos já se passaram desde a morte de Michael Jackson e nesta última década, toda e  qualquer informação sobre a saúde e as mudanças do Rei do Pop foram amplamente difundidas, claramente em sua autópsia, esclarecendo definitivamente qualquer dúvida. Fãs do Rei do Pop estão cansados de repedir a mesma coisa aos ignorantes que não se dão ao trabalho, sequer, de fazer uma pesquisa rápida no Google.

Mas na verdade, quem se importa se Michael era Black or White? Só RACISTAS que medem as pessoas pela cor de sua pele!

No último domingo, 31/01, “Karol Conka”, cantora/rapper brasileira que ficou famosa por suas letras militantes contra o racismo, a favor da igualdade e da autoaceitação, despejou uma tonelada de ignorância ao se referir ao Rei do Pop, Michael Jackson.Entre outras asneiras, com falas desconexas, a rapper afirmou que o preconceito fez o "Rei do pop" querer ser "bem branquinho - no mesmo tom de pele de Fiuk e Carla Diaz. "Teve vitiligo, foi emocional"...

"Ele queria ficar igual o Fiuk e ficou feio, cara. Ele era lindo, ficou com a pele mais branca que a sua", disse a musicista. "Aí você vê que é um negócio estrutural. Até o Michael, que era o cara mais foda do planeta, entrou nessa noia", militou o filho de Fábio Júnior.

"É que ele teve aquele negócio lá, vitiligo", lembrou João Luiz Pedrosa. "Não. Não existe esse [tipo de] vitiligo. Eu nunca mais vi nenhuma outra pessoa ter um vitiligo que a mancha pega o corpo inteiro", respondeu Conka.


AGRADEÇA AO MICHAEL, CONKA!
O que a famosa “da vez” parece ignorar é que Michael Jackson foi O PRIMEIRO ARTISTA NEGRO a romper as barreiras do racismo na mídia, sendo o primeiro negro a ter seus vídeos exibidos na MTV, canal de música mais famoso de todos os tempos. E não foi só na MTV que Michael deu voz aos artistas negros. Foi também na mídia em geral, como capas de revistas, canais abertos, rádios e todos os meios de comunicação imagináveis. 

Graças a Michael Jackson, hoje artistas negros são capa de revista, estão nos programas de TV, são valorizados e amados pelo planeta. 

Então, se Karol Conka quer falar com propriedade, devia, ao menos procurar se informar sobre as raízes de seu próprio trabalho! 





VOLTANDO AO VITILIGO
Vitiligo é uma doença que causa despigmentação na pele em forma de manchas que atingem em diversos níveis. O vitiligo sofrido por Michael Jackson foi o tipo mais raro, chamado universal, que acomete 75% do corpo ou mais. A doença foi confirmada na autópsia do cantor, morto em 2009.




A TESTEMUNHA
A maquiadora Karen Faye, que trabalhou com Michael Jackson de 1981 até 2009, conta que por muitos anos Michael insistiu que ela cobrisse as machas brancas em sua pele causadas pelo vitiligo, com o tom mais próximo ao seu natural (negro), mas que em dado momento, o tom natural do cantor foi sendo extinto pelo vitiligo, dando lugar ao “branco” característico de quem sofre da doença.

A partir desde momento ambos não tiveram escolha, a não ser, maquiar o cantor com a cor do vitiligo, um branco pouco saudável.

Karen conta que Michael enfrentava um sofrimento gigantesco, primeiramente pela doença e depois por ser visto como “racista que queria mudar sua própria cor.”

Em 1993, Michael quebrou o silêncio de anos e revelou ao mundo sua doença, durante uma entrevista concedida a Oprah Winfrey. Porém, viveu a vida toda sendo acusado de ter mentido. A verdade sobre suas duas doenças “Lupus e Vitiligo”, de fato só foram comprovadas em sua autópsia, mas mesmo assim, até os dias atuais, pessoas ignorantes e desinformadas ainda julgam as mudanças do Rei do Pop e o acusam injustamente.


ORGULHO DA RAÇA
Até seu último dia na terra, Michael Jackson afirmou ter ORGULHO DE SUA RAÇA e isto não foi mostrado apenas por palavras, mas sim, pela sua militância e aceitação de toda a comunidade negra dos Estados Unidos, que o tinham como um líder negro e se uniram em peso para homenageá-lo após sua morte.

“Eu não vou passar a minha vida sendo uma cor”, canta Michael em um de suas maiores hinos contra o RACISMO, Black or White, lançada em 1991 no algum “Dangerous”. 

Com esta afirmação, Michael demonstrou que não é a cor da pele que define quem somos, mas sim, nossas atitudes, nossa vida, nossa história e nosso legado.


A MORTE PROVOU TUDO

Michael Jackson morreu em 2009, vítima de uma overdose de tranquilizantes ministrados pelo seu então médico particular, o Dr. Conrad Murray. Especialistas afirmam que as doses ministradas matariam um elefante.

Durante anos, até sua trágica morte, Michael Jackson afirmava que queriam matá-lo para roubar seu catálogo musical Sony/ATV Music Publishing, que tornava Michael o dono dos direitos de mais de 300 mil músicas e é desde 2016 o maior do mundo.

Por: Maurício Code - Para o MJVIPCLUB
Imagens: Reprodução Internet